Parar reforma tributária é burrice. A frase está no título do primeiro texto que escrevi para esta Folha sobre o tema, em 18 de janeiro do ano 2000. A avaliação não era minha, mas do então presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de…
Análise atualizada ontem.
O artigo enquadrou o fim do ciclo eleitoral como um fator que destrava a agenda econômica, permitindo a definição da alíquota da reforma tributária. Destacou a urgência da aprovação ao citar a opinião de que parar a reforma seria um erro grave.
A cobertura centrou-se na liberação da pauta legislativa após as eleições, com foco na expectativa de definição da alíquota nesta semana. Enfatizou a continuidade do processo de reforma tributária, utilizando citações históricas para reforçar a importância da medida.
Sem divergência relevante: Ambos os veículos relataram que o encerramento das eleições permitiu a retomada da discussão sobre a reforma tributária e a definição da alíquota.
Desta vez, os dois lados contaram a mesma história.
Mande o contraste para quem só viu um lado.