Foram entrevistadas 5.014 pessoas, entre os dias 25 e 30 de agosto; margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos
Uma pesquisa realizada pelo instituto AtlasIntel em parceria com a Bloomberg entre os dias 25 e 30 de agosto de 2026 ouviu 5.014 pessoas para analisar o comportamento do eleitorado brasileiro. O levantamento aponta que Romeu Maia e Pablo Marçal lideram as preferências como segunda opção de voto no cenário nacional. A margem de erro da pesquisa é de um ponto percentual para mais ou para menos.
Resumo gerado por IA a partir de 4 matérias de 4 veículos. Pode conter erros — confira as fontes originais abaixo.
A esquerda enquadrou a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg destacando a resiliência do voto direto em Lula para a vitória presidencial. O veículo enfatizou que o levantamento oferece uma radiografia detalhada sobre o comportamento do eleitorado no afunilamento da corrida.
A direita enquadrou os resultados da pesquisa enfatizando o desempenho de Romeu Zema e Pablo Marçal como as principais alternativas dos eleitores. O veículo destacou que ambos lideram entre as preferências de segunda opção de voto, ficando atrás apenas dos votos brancos e nulos.
Divergência central: Enquanto a esquerda destacou as implicações da pesquisa para a vitória de Lula, a direita focou no protagonismo de Zema e Marçal como líderes na segunda opção de voto, e o centro limitou-se aos aspectos metodológicos.
Os dois lados contaram histórias diferentes.
Mande o contraste para quem só viu um lado.
Atlas: Opção de voto no 2º turno beneficia Flávio, mas resiliência do voto direto dá vitória a Lula
O mais recente levantamento nacional AtlasIntel/Bloomberg, realizado entre os dias 25 e 30 de agosto de 2026, com 5.014 entrevistados, trouxe uma das radiografias estatísticas mais detalhadas até aqui sobre o comportamento e a dinâmica de transferência do eleitorado brasileiro. Num momento em que a corrida presidencial começa a ganhar contornos definitivos de afunilamento, os dados […] [...]
A Globo e seus interesses
Profissionalmente, não foi uma programação construtiva que tenha priorizado a informação para um voto mais consciente. Lamentável. [...]